15 de julho de 2011

Opinião do Dr. Hilary Jones sobre a restrição no consumo de ovos


Dedico este vídeo a todos os que me olham de lado quando digo que como em média 4 ovos por dia, todos os dias, e tenho o colesterol a 175 mg/dL. Juntem-lhes carne vermelha e óleo de coco (gordura saturada) para o cocktail esclerótico supremo, que parece perfeitamente inócuo no meu caso. Mas em relação aos ovos, aqui fica uma declaração pública de um médico da Royal Society of Medicine. Resumindo, "coma quantos ovos desejar, com a frequência que desejar". O colesterol da dieta nada tem a ver com os seus níveis no sangue, a não ser que sofra de hipercolesteremia familiar.

Ver também este artigo.







9 comentários:

  1. Se o olham de lado quando diz que come em média 4 ovos diariamente,então quando nos meus bons velhos tempos, dizia que comia 8 ovos mexidos ao pequeno almoço,fora os que calhava comer às outras refeições,havia pessoas que ficavam com os olhos em bico.Claro que eu ficava a léguas dos meus companheiros da altura,que tinham o espirito de sacrifício,e igeriam uma dúzia deles cozidos de uma só vêz.
    O colesterol só se afasta dos seus valores médios,quando o organismo já não o consegue regular,e aí nem é preciso comer ovos nem outras gorduras saturadas para ele disparar.
    Tão simples quanto isso.

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  2. "O vital é reduzir as gorduras saturadas". Lindo!;)

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  3. Não se pode ter tudo lol... Pequenos passos de cada vez. Mas gosto especialmente daquele passo de magia em que a gordura saturada se converte em colesterol.

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  4. Apenas uma pequena nota vinda de alguém que é a favor dos ovos:

    ovos mexidos talvez não sejam a melhor forma de comer ovo, pois se o colesterol e ácidos gordos existentes no mesmo parecem ser inócuos ou até benéficos, o colesterol oxidado e demais lípidos peroxidados não o são.

    Neste sentido, como o autor deste blog e seguidores do mesmo bem sabem, usar óleos ricos em ácidos gordos poliinsaturados (como o típico óleo de girassol tão [estupidamente] recomendado) para fritar ovos (ou o que quer que seja) é uma péssima ideia.

    Sei que os métodos de confecção raramente são mencionados ou discutidos (por serem considerados algo menor), mas existe evidência que os mesmos são importantes, por influenciarem a produção de AGEs, lípidos peroxidados, acrilamida (existente em grande quantidade na tão famosa batata frita), aminas heterocíclicas, etc.

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  5. Encontrei este artigo falando de ovos cheios de colesterol;)) http://bit.ly/gFVBxU

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  6. Sérgio, parabéns pelos artigos. Acompanho daqui do Brasil a alguns meses (4 ou 5 meses) e tenho policiado meu comportamento alimentar visto as preciosas informações aqui sempre bem descritas. Tenho uma pergunta: qual sua posição sobre as albuminas em pó? http://www.wedysuplementos.com.br/479551/albumina-100-pura-82-proteinas-1kg como alternativa ao ovo cozido no desejum e para aumento da carga proteica na refeição (OBS: não sou sedentário). Dado que é um alimento de custo relativamente baixo

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  7. Obrigado.

    A albumina é uma boa opção se o objectivo for aumentar o teor proteíco da dieta. É nutricionalmente menos rica que o ovo mas tem a vantagem de ser uma fonte quase pura de proteína e permite manter inalterados os outros macros.

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  8. Viva,

    E alguém que aspirava a ter uma dieta Paleo ou próximo disso e sofra de hipercolesteremia familiar. Se quiser manter uma dieta em superavit calórico, considerando que coloque o consumo de proteína nos máximos aceitáveis, há outra alternativa que não ser aumentar bastante o consumo de hidratos carbono?

    obrigado

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    1. Nessas circunstâncias o peixe e a carne serão os melhores substitutos. Não é difícil atingir um aporte proteico suficiente com recurso a doses moderadas destes alimentos.

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