7 de janeiro de 2013

Dano cardiovascular induzido por treino de endurance

H Gebrselassie, maratona de Berlim

Há pouco tempo saiu um artigo numa prestigiada regista de ciências médicas sobre os potênciais malefícios do treino de endurance extremo na saúde cardiovascular. É um assunto "quente" que daria lugar a muitas discussões apaixonadas. A minha opinião é conhecida: o treino de intensidade intermitente e de força são mas minhas escolhas. Deixo-vos aqui uma palestra do cardiologista e investigador James O'Keefe sobre o assunto, no âmbito do Ancestral Health Symposium 2012.

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6 comentários:

  1. Qual a definição operacional de Treino de Endurance? Qual a intensidade e distância/volume a partir do qual surgem os probelmas? Problemática bem colocada, mas com um corpo de investigação ainda insuficiente. Se estamos a falar de "Maratonistas", é uma coisa, se falamos de pessoas que correm 30 min a uma intensidade de 50/60% Vo2max, então é uma história completamente diferente. Há pouca fisiologia do exercício e uma fisiopatologia nestes estudos...

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    1. Felipe tem razão. Estes estudos já foram muito criticados por quem realmente entende de endurance: o Sock Doc e Alex Hutchinson.

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  2. Mais algumas informações no NEW YORK TIMES: http://well.blogs.nytimes.com/2009/09/30/phys-ed-how-do-marathons-affect-your-heart/?scp=5&sq=Gretchen%20Reynolds&st=cse

    No site "Runners world" também pode ler sobre este assunto: http://www.runnersworld.com/race-training/special-report-are-marathons-dangerous?page=6



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  3. Aqui entramos no campo do rendimento! É quase a mesma coisa que virem dizer que fazer 300 saltos por treino no voleibol não faz muito bem às articulações...

    Ninguém faz maratonas porque faz bem à saúde..

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