22 de abril de 2013

Exercício ou cozinhar? Teremos mesmo de fazer esta escolha?


Um estudo Norte-Americano apresentado recentemente mostra que as pessoas que gastam tempo a preparar as próprias refeições diárias têm menos tempo para fazer exercício. Elas são naturalmente mais activas, resultado da adopção de uma série de hábitos saudáveis, mas dedicam menos tempo do dia ao exercício físico. Parece haver um "efeito de substituição" entre as duas práticas. Citando a investigadora principal, "à medida que o tempo que os homens e mulheres gastam na preparação das refeições aumenta, a probabilidade de que essas mesmas pessoas façam mais exercício diminui". 

Ainda bem que eu não gosto de fazer parte de médias. Além disso, a quantidade de tempo que se passa a treinar é menos importante do que a qualidade do tempo que se dedica ao exercício (até um certo limiar), um aspecto que este estudo não tem em conta. O motivo prende-se talvez até pela forma como as recomendações de saúde são feitas. Viradas para a quantidade de tempo, e não para a qualidade do tempo gasto a fazer exercício. O tempo não é elástico infelizmente, e resultados como este não são de estranhar. Sacrifícios têm de ser feitos. Só a combinação destas duas práticas, exercício e uma alimentação adequada, trará resultados excelentes mesmo que isso signifique sacrifício no tempo gasto com cada individualmente. O efeito é sinérgico... Não é meramente aditivo.


Aproximam-se mais duas semanas "alucinantes" para mim... Vamos ver como consigo actualizar o blogue...






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